Post mais queima filme da Lista 7 até o momento. Daí vc pergunta: “mas quem foi que teve a idéia de girico de esocolher esse tema?”. Eu respondo: “Marcelo Master”.
Vamos lá:
#7 Fazer “air guitar” ou “air drums”.

Você tá ponto de ônibus esperando o busão e, de repente, começa a tocar “Hallowed be thy name” no seu mp3. O comecinho da música é de boa. Mas na hora que chega o solo é simplesmente impossível ficar com as mãos paradas. O “Dave Murray” que há dentro de vc começa a esmirilhar uma guitarra invísivel enquanto as pessoas ao redor acham que vc está tendo um ataque epilético. Depois que vc dá conta do mico, fica rezando pro bumba passar e tirar vc dalí o quando antes.
#6 – Colecionar papel de bandeja do McDonald’s.

Sim. Coleciono. Problema é quando eu chego no canto do balcão pedindo o papel e alguém que tá na fila olha pra mim como se estivesse pedindo um Big Whooper. “É pro meu sobrinho”, falo.
#5 – Álbum “Let go!” da Avril Lavigne

Fiquei uns 6 meses morando em uma casa que só tinha esse CD. Não é zoeira: SÓ TINHA ESSE CD. Então passávamos noites e noites bebendo cerveja e escutando esse álbum. Comecei a gostar de algumas músicas e hj escuto pra matar saudade daquela época.
#4 – Cantar “Wherever you will go” do The Calling, no chuveiro.

Sei lá, acho que canto bem essa música quando estou no box do meu banheiro. ACHO. (Nada a ver essa imagem, eu sei. Mas foi uma das opções que o Google Images me deu quando busquei por “singing in the shower”)
#3 – Álbum “Deixa entrar” do Falamansa.

A onda de ritmos “universitários”, se não me engano, começou no início dos anos 2000. Sendo um dos precursores do “forró universitário”, o Falamansa popularizou esse ritmo aqui no Sudeste.
#2 – Alguns pagodes dos anos 90.
(Pouparei vc’s não inserindo nenhum vídeo ou imagem)
Vejam bem: são só alguns, hein? É que no início dos anos 90 foi meio que “modinha” escutar pagode. Vendo essa pequena empolgação, meu pai chegou a pegar um cavaquinho emprestado pra ver seu aprendia a tocar. Claro que não deu certo.
#1- Fagner
De “Borbulhas de Amor” à “Pedras que cantam”, passando por “Deslizes” e “Espumas ao vento” e chegando, enfim, numa das músicas mais belas da língua portuguesa: “Canteiros”.
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Quer trocar algumas que tenho repetidas?