Por um Carnaval sem febre amarela

Ano passado passei o Carnaval em Ituiutaba-MG. Fui com uns amigos da Cásper. Não os da minha sala e agregados, mas os do futsal. Fomos em 5 e, modéstia à parte, formávamos um bom time: eu, Gustavo, Piui, Ferdi e Habib. 

Depois de conhecer um lugar novo e mta gente bacana, resolvemos esse ano voltar às Minas Gerais. Fizemos (na verdade eu não participei, mas como esse blog é meu então eu escrevo o que eu quiser) uma rápida pesquisa e logo nosso novo destino estava escolhido: Caxambu. 

Próxima sexta-feira iremos tomar chuva em uma das cidades do “Circuito das Águas”. Faz sentido. Só que agora o time vai reforçado com Rogerinho, Mailão, Beldo e Grande Otelo, digo, grande elenco. 

Fizemos uma lista de email com a turma que vai viajar, para irmos discutindo detalhes da viagem. Daí certo momento eu perguntei quem tinha tomado vacina contra febre amarela. Rogerinho prontamente respondeu: “Ah… dá nada não! Febre amarela é igual AIDS: só pega quem tem medo.”.

Advertisements

Ano novo, mesma vida

Lá se foi 2007. Mais rápido do que eu imaginava, tenho que admitir. Chego a me assustar quando eu começo a pensar como o tempo está passando cada vez mais rápido. Deve ter alguma teoria pra isso, num é possível. Acho que não é o simples fato de “termos mais coisas pra fazer” que deixa o tempo mais ligeiro! Tem que ter alguma explicação científica!

Bem… como já está ficando de praxe, fui passar o Reveillon com meus pais no Guarujá. Preferi a tranqüilidade e mordomia da minha família ao caos e bagunça dos meus amigos. “Caos e bagunça” que já começa no planejamento das festas. É um tal de “precisamos combinar” pra lá, “vamos agitar alguma coisa” pra cá que no final das contas acaba do jeito que começou: ninguém sabe de nada.

Enfim, foram cinco dias de muita cerveja e comilança. Devo ter ganhando uns quilinhos que vão me custar perder até o Carnaval. Ou quem sabe eu mantenho-os até a quarta-feira de cinzas… daí pego forte na quaresma e chego no meu aniversário ( 21 de Março, sexta-feira da Paixão. Anotaram?) em forma? Não… Melhor não…

Na noite da virada, fomos todos ver os fogos lá na areia da praia. Muito barulho, choro, beijos e abraços. Teve um lá que começou 2008 bem: um rojão desgovernado o acertou em cheio! Mas não deve ter se machucado não, menos mal.

Ah, sim! Pulamos as sete ondas! Pra cada uma, um pedido. Sei que isso não funciona bulhufas pq passei dos meus 11 aos 16 anos pedindo um Mega Drive que nunca chegou. Mas tradição é tradição!

Assim que terminei de pular as ondas minha irmã veio pegar na minha mão. “Vem, Sel! Vamos pular sete ondas para o Timão!!”. E lá fomos nós a família reunida (eu, minha irmã, meu pai e minha mãe) todos de mãos dadas pulando e gritanto: “Vaaaaai Corinthians!!!”. Muitos olhavam com cara de espanto e com certeza devem ter feito alguma piadinha tb. Mas não tem problema Esse ano vai ser difícil e precisamos conseguir ajuda pra São Jorge. E como pra nós corintianos tudo é mais complicado, reforço meu pedido:

Iemanjá, força pra nós!

Feliz 2008!

O salto

Não sei se isso tá acontecendo com vc’s, mas estou percebendo que a medida que fico mais velho, fico mais medroso. Deve ser pq qto mais adulto, mais noção do perigo nós temos. 

Recordo-me de qdo era criança eu via aqueles saltos de pára-quedas e achava o máximo! E o skysurfing (aquele que vai com a prancha) então? Meu sonho era fazer aquilo! 

Pois bem. Mês passado a Rê me pergunta se eu estaria a fim de saltar de pára-quedas! “Claro!!!” afirmei na hora, mas sem pensar mto no assunto. E o tempo foi passando, passando… Ela deixava uns scraps no orkut, toda animada com a idéia e eu só respondia “ai ai ai”, achando que nossa aventura ia “miar” cedo ou tarde. Mas não. Como adiantamento, a Rê foi lá e depositou 30 cruzeiros na conta de uma escola de paraquedismo lá em Boituva. A contagem regressiva para o pavor havia começado. 

Tentamos chamar mais gente, mas os que tinham tempo, não tinham grana e os que tinham grana não tinham tempo. Os que tinham grana e tempo tb tinham juízo tb declinaram. 

Fomos eu, a Rê, o Duda (amigo da Rê) e a Dani (amiga do Duda). 

Chegamos em Boituva pouco antes do meio-dia. Lá encontrei um povo de Assis, pra variar: Matheus e Karina (cunhada do meu amigo Renato) tb íam saltar. 

Só me dei conta realmente do que ia fazer depois que paguei a parada. “Agora que tá pago, não vai ter volta”, tentei me autoconsolar. 

Bom… explicar como foi é meio complicado. Então disponibilizei aqui o vídeo do salto: 

Vídeo Cameramam

 

Handycam

Depois vou postar algumas fotos. 😉

Abs,

Pan no Rio, é pra lá que eu vou !

playboy_gostosas

Depois conto como foi.