Edinburgo (Glasgow) – Parte IV

Quinta, 28 de Agosto de 2008

Cheguei no Ibrox Stadium (estádio do Rangers) umas 16h30, mas a moça da recepção informou que estavam em reforma! Falei pra ela que tinha vindo lááááá do Brasil só pra conhecer o Rangers (mentira, claro). Acho que a moça ficou com pena e chamou um Sr. que estava deixando a recepção. Ela pediu para o Sr. me mostrar o estádio que concordou sem hesitar.

O Sr. Stewart foi gente finíssima! Ele me levou para dentro do campo, para o banco de reservas, sala de troféus, vestiários e até a sala de ginástica. Fez um tour completo e o melhor: de graça!

Lá dentro tudo se remete ao protestantismo e à Rainha do Reino Unido. No carpete tem o tartan do Rangers e as cores azul, branco e vermelho são predominantes. É por essas e outras que Celtic e Rangers são conhecidos por ter a maior rivalidade do futebol mundial, uma vez a divergência ultrapassou a esfera do futebol chegando ao fanatismo religioso.

Na saída eu disse à que por causa de gentileza iria começar a simpatizar pelo Rangers. Eles ficaram bem felizes e moça da recepção até me deu uns doces depois que eu falei isso. =P

Voltei para a estação e as 18h30 estava retornando para Edinburgo.

Edinburgo (Glasgow) – Parte III

Quinta, 28 de Agosto de 2008

Acordei as 8h10 e saí correndo para rodoviária. Na noite anterior tinha comprado uma passagem (£9,80, na internet) para Glasgow.

Cheguei em Glasgow umas 10h15 e fui atrás de info de como chegar nos estádios do Celtic e Rangers.

Os estádios ficam em lugares opostos, então tinha que pegar um ônibus para um estádio depois voltar ao centro e pegar outro ônibus para o outro estádio.

Decidi ver o Celtic primeiro.

Ô cidadezinha FEIA essa tal de Glasgow, viu. Não tem nada – NADA – a ver com Edinburgo! Fica a dica: se você não se interessa por futebol e tá pouco se lixando para a maior rivalidade futebolística do planeta, nem perca seu tempo ido pra lá.

Apesar de chegar no estádio as 11h, só tinha lugar para o tour das 13h45. Mesmo assim paguei £9,80 pelo tour e fui dar uma volta para matar o tempo.

Atrás do Celtic Park tem um cemitério!

13h15 estava de volta para começar o tour.

O Celtic Football Club foi fundado em 1888 com o intuito de arrecadar fundos para alimentar crianças da periferia de Glasgow. O clube foi fundado por irlandeses e a maioria dos torcedores é católica.

Tudo dentro de sua sede se remete à cultura celta, seja pelas cores ou pelos detalhes do carpete.

Saí do tour umas 15h30 e voltei ao centro. Almocei e peguei um ônibus para o estádio do Rangers.

Edinburgo – Parte II

Quarta, 27 de Agosto de 2008

Acordei cedo e fui conhecer o Castelo de Edinburgo. Paguei 15 libras pela entrada + o audio guide. Apesar do preço um pouco salgado, vale muito a pena! Tem muita coisa pra ver la dentro: capela, museus e até um memorial de guerra. Para a minha surpresa o ciclista britânico Chris Roy, que ganhou 3 medalhas de ouro nas Olimpiadas de Pequim, estava lá dando uma entrevista coletiva. Rodeado por fotógrafos e jornalistas, Roy mostrava orgulhosamente suas medalhas douradas.

Saí do castelo e dei umas voltas pelas ruas da cidade. Almocei e bebi uma Guinness num pub local. Passei pela St. Andrew’s Square, St. James Mall, Royal Mile e St. Giles Cathedral. Na volta pra casa passei no Tesco e comprei um vinho e algumas Stella Artois.

A noite fui dar uma volta com o Rafael. Passamos por uma praça perto da Universidade de Edinburgo. Haviam umas tendas montadas nesse praça e nelas haviam alguns bares. Tomamos uma Stella e fomos para outro pub.

No caminho do outro pub passamos pela rua que aparece bem no começo do filme Trainspotting. Paramos num pub ali perto e bebemos mais umas 3 ou 4 Stella. Voltamos pra casa por volta da 1h30.

B7WJ1JMark Renton (Ewan McGregor) e uma galera do barulho aprontando altas confusões pelas ruas de Edinburgo

Edinburgo – Parte I

Terça, 26 de Agosto de 2008

Não havia ônibus direto de Liverpool até Endinburgo, entao tive que parar em Manchester e pegar outro ônibus. A viagem, apesar de ter levado quase 12 horas, passou muito rápido. Pensei muito nos lugares que havia passado e nas pessoas que havia conhecido. É claro que também pensei mta gente que estava aqui no Brasil e como essas pessoas estavam fazendo falta pra mim.

Ao chegar em Edinburgo peguei um taxi até a casa do Rafael, que é irmão de um dos meus melhores amigos, o Renato. Ele morava em um apartamento muito legal e bem localizado. Sua flatmate, a Bri (americana), foi extremamente simpática e me tratou muito bem tb.

O Rafael já me esperava com uns vinhos, queijos e outros aperitivos. Tinha até um ovo cozido à milanesa que, segundo o Rafael, é uma comida típica de lá. Ficamos comendo e bebendo até umas 21h30, quando decidimos sair pra dar uma volta.

Fomos para o centro e paramos em um pub. Lá bebemos duas Tennent’s, cerveja fabricada em Glasgow. De lá fomos para uma baladinha chamada “Open Lounge”, mas estava muito vazia. Bebemos uma “Redstripe” e fomos embora.

redstripeHein? “Brewed in Jamaica”? =S

Liverpool – Parte III

25 de Agosto de 2008

Depois de passar por vários palcos fomos ao Cavern Club. Não exatamente o mesmo bar aonde os Beatles começaram a tocar, mas uma réplica. Isso pq o original foi destruído por um incêndio.

Uns três ou quatro lances de escada abaixo levam ao bar que fica no subsolo. Pelo calor que fazia lá dentro me pareceu que estávamos poucos metros do inferno. No palco, uma banda – adivinhem! – couver dos Beatles dava seu show. Se liguem:

Não dá pra ver nada mas se pode escutar alguma coisa.

Bebemos umas pints e saímos para encontrar alguns amigos da Laura. Mike e Vanessa são um casa muito gente fina! Ao encontrá-los fomos para um pub – adivinhem! – beber mais cerveja. Tinha uma banda fazendo um som tb, mas dessa vez nao era Beatles. Droga!

Foi um dos dias que eu mais bebi durante toda a viagem. É que sempre ou a Laura ou seus amigos pagavam uma cerveja e, é claro, eu sempre retribuia depois.

No meio da balada lembrei que ainda nao tinha comprado minha passagem de ônibus para Edinburgo, a próxima parada. Perguntei pra Laura a direção da rodoviária e saí. Não lembro ao certo qto tempo andei pelas ruas de Liverpool, mas parei pra mijar umas 3 vezes durante o caminho. Cheguei na rodoviária e comprei a passagem para o dia seguinte.

Ao chegar de volta ao pub, bebemos mais algumas e fomos embora. Chegamos na casa da Laura fui direto dormir.

Liverpool – Parte II

25 de Agosto de 2008

Acordei bem cedo e já sai pra rua. Minhas prioridades eram visitar os estádios do Liverpool e Everton e depois o Museu dos Beatles.

Peguei um ônibus até o centro e lá me informei como chegar em Anfield Road, estádio do Liverpool. Ao chegar fiquei sabendo que não havia mais lugares para todos os tours daquele dia. Era feriado em Liverpool e tinha muitos pais levando seus filhos para conhecer o estádio. Ao menos consegui ver o museu do clube e sua loja oficial.

O estádio do Everton (Goodison Park) ficava muito perto de lá e resolvi ir caminhando. Chegando lá fui informado que não estava tendo os tours porque… ERA FERIADO! Enquanto um time estava lucrando com visitas monitoradas de hora em hora, o outro estava simplesmente fechado pra visitação! Mas a moça do guichê falou que se eu pedisse para o segurança talvez ele deixasse eu entrar pra tirar umas fotos. Dito e feito: falei que era brasileiro que adorava futebol e bla,bla,bla… no final deixaram eu entrar pra tirar umas fotos.

Saíndo do Goodison Park voltei ao centro e fui ao Museu dos Beatles. O museu conta praticamente toda a historia do grupo, desde a infância de cada integrante até o momento que se separaram. Paguei 8,50 libras (estudante) mas valeu cada centavo. Ao sair do museu você cai em uma loja com vários souveniers do quarteto. Tem de tudo: camisetas, canetas, canecas, bottons, bonés, chapéus, posters, bolsas, chaveiros e, é claro, os CDs.

Tinha combinado de encontrar com a Laura no final da tarde. Cheguei na hora e local marcado e ela apareceu para me mostrar o Mathew Street Festival. Como era feriado em Liverpool, havia vários palcos espalhados pelo centro da cidade pra comemorar… que mesmo? Não lembro… enfim…. nesses palcos, várias bandas faziam diversos tipos de som. Encontramos, obviamente, um palco com uma banda fazendo o couver Beatles. Vejam o vídeo:

Liverpool – Parte I

24 de Agosto de 2008

Cheguei em Liverpool, no aeroporto John Lennon – que tem um “slogan” interessante: “Above us only sky”. Traduzindo para o português ficaria algo assim: “Sobre nós somente céu”. Num primeiro momento achei muito legal, mas depois pensei um pouco e vi que ele é completamente contraditório.

O slogan é uma passagem da música Imagine, do ex-Beatle enquanto estava em carreira solo. No meu ponto de vista, ao escrever “above us only sky”, John Lennon quis nos dizer que acima da gente não há nada além de céu. Ou seja: não há Deus, arcanjos ou São Pedro com a chave do portão do Paraíso! Agora, pensem vc’s: qual a primeira coisa que muita gente faz ao entrar em um avião? Sim! Muitas pessoas… REZAM! Até os menos religiosos ou até agnósticos pensam: “Por favor meu Deus não faça esse treco desabar…”. Irônico, não?

Saindo do aeroporto peguei o ônibus em direção à casa da Laura. Ela seria a quinta e útlima pessoa a me hospedar pelo esquema do Couch Surfing. Desci no ponto que ela havia explicado e logo de cara vi um monte de orientais tirando fotos ao lado de uma placa de rua. Não entendi nada e segui meu caminho.

Depois de caminhar perdido por uns 15 minutos, fui informado que tinha que descer a rua aonde os orientais estavam tirando as fotos. Foi quando eu vi que aquela rua era a “Penny Lane”. Isso mesmo: a mesma Penny Lane da música.

Desci a rua com nome da música e em uma de suas travessas ficava a casa da Laura. Ela me recepcinou superbem! Conversamos um pouco sobre futebol (ela é torcedora fanática do Liverpool) e depois saímos para caminhar ao redor da casa dela. Passamos por um parque muito bonito e uma vizinhança bem tranquila.

Ao chegar de volta em casa Laura preparou um jantar maravilhoso. O menu foi: risoto com frango. Tá, agora vc pensa: “O que tem de maravilhoso nisso?”. É que 90% das minhas refeições durante a viagem foram no Mc Donald’s ou outro fast-food. Isso pq a comida no Reino Unido é bem cara e geralmente essas lanchonetes têm um preço mais em conta. Então, amigo, qualquer tipo de comida que não me lembrasse um Big Mac ou um Big Whooper seria maravilhosa.

Ficamos batendo papo enquanto Laura preparava a bóia. Estava tudo indo bem até quando ela foi tirar o frango do forno. Não sei como ela se desequilibrou, escorregou e caiu de bunda no chão. E lá se foram os pedaços de frango voando pela cozinha. Peguei-os do chão e disse pra ela: Dá nada não, Laura! Vamos comer mesmo assim! Ela deu uma gargalhada fomos jantar.

Belfast

23 e 24 de Agosto de 2008

Acordei as 6h e as 6h30 já estava na Rodoviária de Dublin para tentar pegar ônibus das 7h para Belfast. Tinha apenas alguns Euros que restaram da noite anterior, já que eu não troquei mto dinheiro pq o único país que iria usar essa moeda seria a Irlanda e os demais eu usaria a Libra. Mas eu tinha passado antes na rodovíaria e vi nos guichês que eles também aceitavam Libras.

Assim que eu cheguei na rodoviária notei que não tinha NENHUM guichê aberto. Fui informado que ainda era mto cedo e por isso estavam todos fechados. O único jeito de comprar a passagem era usando as máquinas de ticket. Acontece que as máquinas não aceitavam Libras! A sorte foi que os poucos Euros que me restavam foram suficientes pra comprar a passagem (ainda bem que peguei o preço promocional).

Cheguei na capital da Irlanda do Norte por volta das 9h30. Tentei ligar para o Neville, que ia me hospedar lá (esquema do Couch Surfing). O combinado seria que ele iria me buscar na rodoviária mas ele nao apareceu. Fiquei ligando de 15 em 15 minutos e depois de um tempo resolvi pedir ajuda a uns taxistas. Um deles me ofereceu o celular para eu ligar. Tentei de novo e mesmo assim nao tive resposta.

Depois de esperar por cerca de 2 horas, decidi pegar um taxi e ir até a casa dele (já tinha o endereço). Cheguei na casa na hora que ele estava ligando para o taxista, retornando as ligações perdidas.

Mal acabamos de nos cumprimentar e o Neville já me disse: “Anselmo, acabei de lembrar que eu tenho um casamento pra ir hj! Mas como fica em outra cidade, volto só amanhã. Aqui está a chave de casa.”. Na sequência ele me mostrou o quarto que eu iria ficar e passou os celulares dos outros dois hóspedes que ele tb estava recebendo (um casal da França). Depois me deu uma carona até o centro de Belfast, aonde fiquei até o final da tarde.

A capital da Irlanda do Norte é uma mistura de Irlanda e Reino Unido. É nítido que o povo é irlandês, mas devido ao forte domínio da Inglaterra pode-se notar grande influência da Rainha.

Depois de horas caminhando sob uma chata garoa (aqui é o Reino Unido, lembram-se?) chegou o fim da tarde voltei para a casa. Fui dar uma cochilada e acabei acordando as 21h! Por pouco nao fiquei dormindo até o outro dia. Levantei e peguei um bus de volta ao centro.

Chegando ao centro, lembrei que tinha entrado em contato com outra pessoa em Belfast, pelo Couch Surfing. A princípio, eu iria ficar na casa da Brid, mas como ela demorou pra me responder, acabei fechando com o Neville. Decidi entao tentar ligar para a ela, já que era sábado a noite e não estava a fim de ficar sozinho num pub.

Liguei para a Brid e combinamos de nos encontrar no centro mesmo. Ela estava recebendo um americano chamado Jamie. Trocamos umas idéias e fomos à um pub chamado “The Duke of York”. Chegando lá conheci mais dois casais de amigos da Brid. Ficamos conversando muito e bebendo Guinness, claro. Foi umas das noites mais legais que eu passei na viagem.

belfastAwesome night in Belfast! 

Pegamos todos um taxi e voltei pra casa no começo da madrugada. No outro dia acordei bem cedo e fui dar mais uma volta pela cidade. Voltei pra casa logo após do almoço, arrumei minhas coisas e fui até o aerporto pegar meu vôo para Liverpool.

Saí da casa do Neville e joguei a chave pela caixa de correio. Fui atrás do ponto que passava o ônibus para o aeroporto. Acontece que eu estava em uma área residêncial cheia de ruas sinuosas e terminavam sem saída. Comecei a ficar perdido e já ia me atrasando para chegar no aeroporto.

Depois de alguns minutos caminhando perdido e sem encontrar ninguém encontrei um cara passando de carro. Pedi informação pra ele sobre o ponto de ônibus mais próximo. Ele começou a me dar as coordenadas mas no meio da explicação desistiu e disse: “Venha, entra no carro que eu te deixo no ponto”. O cara vestia uma camisa do Liverpool e comentei com ele que estava indo pra lá.

Desci no ponto de ônibus e descobri que não passava nenhuma condução até o aeroporto. Peguei mais algumas informações e achei uma central de taxi. Acabei pegando um até meu destino: fácil e prático, mas não tão barato.

Cheguei no aerporto à tempo e já fui pegar meu vôo. Próxima parada: Liverpool.

Dublin

de 20 a 23 de Agosto de 2008

Peguei meu vôo em Manchester às 13h35 e às 14h30 já cheguei em Dublin. 

Como eu estava vindo de um país da Comunidade Européia, nem me preocupei com a Imigração na Irlanda. Mas tive que passar por ela mesmo assim. Acontece que a ANTA aqui tinha deixado minha passagem de volta dentro da mala que havia sido despachada. O agente da imigração entao começou a desconfiar pq nao tinha prova que eu iria sair da Irlanda tão cedo. Mostrei meu cartão do trabalho, meu dinheiro (ele contou na minha frente), meus cartões de crédito… Mas o que me salvou foi meu itinerário de viagem que eu tinha imprimido. Nele constava todos os lugares que eu tinha passado e iria passar, dia-a-dia. Daí qdo o agente viu que no itinerário constava minha saída de Dublin no dia 23 de Agosto ele me deu o visto de entrada com vencimento em 24 de Agosto. 

O problema agora era encontrar com a Deise, que iria me hospedar na capital irlandesa. Eu ainda nao a conhecia pessoalmente uma vez que ela era amiga de uma amiga minha. Havíamos trocado uns emails combinando sobre minha chegada, mas ainda nao tinha visto a cara dela. Mas depois de um tempinho no aeroporto (sabe Deus como) consegui indentificá-la e fomos pra casa dela. 

A Deise mora num apê mto bacana próximo ao centro de Dublin. Ela mora com mais 6 amigas e haviam outras duas visitando elas. Ou seja éramos em 10 num apê com 4 quartos. 

Passei em vários locais bacanas lá! Dei vários rolês pela O’Connell e a Grafton Street, fui ao Stephen’s Green Park, Phoenix Park, Dublin Castle, St. Patrick’s Church, Marrion Square e claro: vários pubs!Boa parte do meu tour estava todo descrito no guia que a Thais fez pra mim! =) Mas o que eu mais curti foram a Guinness Storehouse e o Croke Park. A Deise foi comigo na maioria desses lugares e foi, além de ótima anfitriã, uma grande companheira de passeio! 


Pub irlandês com música irlandesa ao vivo! 


Outro pub, agora com um cover da Creep (Radiohead)

Guinness Storehouse. – Admission Ticket: €15,00 
É um museu da Guinness que fala desde sua história até o processo de fabricação de uma das cervejas mais famosas do mundo. O museu é no formato de uma pint de Guinness e vc vai subindo por dentro dele. Lá no topo tem um bar com uma vista de 360 graus aonde pode-se ver boa parte de Dublin. Ah, sim: todos que ingressam no tour tem direito de beber uma Guinness lá no topo, contemplando a paisagem. 

Croke Park – Admission Ticket: € 8,00 
Trata-se do maior estádio de esportes amadores da Europa. E posso afirmar: É GRANDE! O Croke Park foi construído para receber jogos tradicionais irlandeses, como o Futebol Gaélico e o Hurling. O estádio também conta com um museu que fala um pouco da história desses dois esportes. 

Na minha última noite em Dublin saímos para conhecer uns pub. Fomos ao Temple Bar, região no centro famosa por suas baladas. Passamos por umas 3 baladas e bebi várias Guinness. Fui dormir já era quase 4h e às 6h estava levantando pra pegar o ônibus para Belfast.

Manchester

de 18 a 20 de Agosto de 2008

Cheguei em Manchester e deixei meu mochilão no locker da estação de trem que eu desembarquei. Saí pra dar uma volta e logo vi que o local que eu combinei de encontrar com a Mel (que conheci pelo CouchSurfing e iria me hospedar). Dei uma volta pelo centro e às 17h encontrei com ela no local marcado. Tomamos uma cerveja e fomos pra casa dela. 

No outro dia fui para o Old Trafford e City of Manchester Stadium, estádios do Manchester United e Manchester City, respectivamente. Ambos são lindos e suas estruturas são de cair o queixo. O Old Trafford, por exemplo, tem lugares reservados para cegos! Isso mesmo: cegos! Do lado de suas poltronas tem um plug para encaixar um fone de ouvido e escutar o jogo pela rádio. 


Old Trafford

Já o estádio do Manchester City tem uma sala com gramado artifical e climatizada, para os jogadores fazerem o aquecimento. Tudo muito organizado, limpo e muito bem cuidado.

City of Manchester

Depois de visitar os estádios ainda tive um tempinho para passar na Art Gallery de Manchester. 

À noite a Mel me levou num pub perto da casa dela. Ela tinha combinado com uns amigos de irem lá para poder me apresentar à eles. Acabei conhecendo uma galera mto legal! De quebra, conheci o baixista e a baterista de uma banda de Manchester chamada “The Whip“. 

manchesterNathan Sudders (baixo – The Whip), Lil Fee (bateria- The Whip), Mel e eu.  

No outro dia fui comprar uns euros e depois já fui para o aeroporto pegar meu vôo para Dublin.


The Whip – Blackout