Carnaval 2008

Demorei pra escrever sobre o carnaval desse ano, né? E já que passou o embalo e empolgação vou fazer um mega resumão: 

Fomos em 13 caras pra Caxambu-MG: eu, Gustavo, Habib, Rogério, Mailão, Rochinha, Marcão Beldo, Ferdi, Piui, Zanella, Geléia e Vidia. 

Ficamos numa casa até que legalzinha, a uns 10 min. (andando) do “fervo”. A casa tinha dois banheiros, cozinha com microondas , fogão e geladeira. Mas o destaque mesmo ficou para o globo de espelhos (igual àqueles de danceteria) que tinha no teto da sala. 

Levamos dois botijões de gás hélio e vários balões. Na segunda noite, qdo todos já haviam chegado, enchemos alguns balões e saímos pra festa. Estava formado o “Bloco do Balão”. 

Enquanto os outros blocos chamavam a atenção no plano do chão, o nosso podia ser visto à muitos metros de distância, pelo alto. Os balões coloridos não passavam despercebidos por ninguém, principalmente pelas crianças que viam e ficavam loucas. 

Vejam algumas fotos: 


Bloco do Balão 

 
Zanella 

 
Habib e Rochinha 

Durante um dos nossos aquecimentos, depois de várias versões e tentativas, foi criada aMarchinha do Balão

“Eu sou do Bloco do Balão 
Em Caxambu é só azaração 
Meu fôlego é de hélio 
Ninguém tira do sério 
Eu sou do Bloco do Balão”
 

Mas o melhor estaria por vir. Nosso amigo Rochinha levou 15 máscaras do “truculento” jogador do São Paulo: o Richarlyson. Mas agora ele quer ser chamado de “Ricky”. Foi aí que criamos mais um bloco, os “Filhos de Ricky”. 
No último dia de folia colocamos as máscaras e vestimos sungas e shorts. Um estandarte improvisado levantava um papelão com os dizeres: “Filhos de Ricky”. Não demorou muito para mais uma marchinha ser criada: 

“O Ricky gosta de piroca 
E quem não gosta, e quem não gosta 
Desde pequeno, já gostava de bola 
E brincava com os amigos na escola 
De tanto troca-troca, acostumou 
Não teve jeito! 
Hoje é só bola no queixo”
 

Até tenho umas fotos dos Filhos de Ricky, mas achei melhor não posta-las aqui. 

Pulamos até a terça-feira à noite e na quarta de manhãzinha eu e parte da galera estávamos voltando pra SP. Tínhamos que entrar no trabalho após o meio-dia. 

No final das contas foi um carnaval que vai ficar guardado pra sempre na memória. Acabei conhecendo um lugar novo e, principalmente, pessoas muito legais. 

Agora que venha o próximo.

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Por um Carnaval sem febre amarela

Ano passado passei o Carnaval em Ituiutaba-MG. Fui com uns amigos da Cásper. Não os da minha sala e agregados, mas os do futsal. Fomos em 5 e, modéstia à parte, formávamos um bom time: eu, Gustavo, Piui, Ferdi e Habib. 

Depois de conhecer um lugar novo e mta gente bacana, resolvemos esse ano voltar às Minas Gerais. Fizemos (na verdade eu não participei, mas como esse blog é meu então eu escrevo o que eu quiser) uma rápida pesquisa e logo nosso novo destino estava escolhido: Caxambu. 

Próxima sexta-feira iremos tomar chuva em uma das cidades do “Circuito das Águas”. Faz sentido. Só que agora o time vai reforçado com Rogerinho, Mailão, Beldo e Grande Otelo, digo, grande elenco. 

Fizemos uma lista de email com a turma que vai viajar, para irmos discutindo detalhes da viagem. Daí certo momento eu perguntei quem tinha tomado vacina contra febre amarela. Rogerinho prontamente respondeu: “Ah… dá nada não! Febre amarela é igual AIDS: só pega quem tem medo.”.